segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Capítulo 88

Ser ou não ser, esta é a questão....
Assisti Hamlet, yeah, 3h30 sentada, lindinha, quietinha, sem olhar (muito) para o relógio e (tentando) não babar muito por Wagner Moura. Escreveria mais sobre o assunto, se não fosse essa crise de rinite que me invade. Tá, não preciso enganar ninguém, vai. Mesmo quando eu melhorar não escreverei nada sobre a peça. Porra, ela é simplesmente demais, levantem daí e confiram!!!

sábado, 16 de agosto de 2008

Capítulo 87

Festinha... Ló (depois de uma dose de cerveja adota-se a pronúncia francesa) com a máquina na mão. Click.
- E aí Ló, como ficou a foto?
- É, ficou bem diferente da realidade

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Capítulo 86

A relação homem-mulher nunca é fácil de se entender. Seja ela qual for. Mas quando o assunto é namoro, a questão é ainda mais complexa. Conversando com uma amiga me senti aliviada e também preocupada ao perceber que a maioria dos casais passam pelos mesmos problemas. No entanto, poucos sabem como contornar essas pequenas crises que insistem em nos visitar. Ela falava sobre o comportamento de ambos, que a essa altura era diferente do início do namoro. E como mulher, e no meu blog, me sinto totalmente a vontade pra reclamar, por que os homens fazem de tudo, movem céus e montanhas no começo e depois de um certo tempo já não demonstram o menor esforço pra nada, e quando o fazem é como se fosse uma obrigação? Por que eles se acomodam de tal maneira na relção e acham que já conhecem totalmente a pessoa que está ao seu lado? Por que eles nos deixam mal-acostumadas? Não sei, não tenho resposta pra essas perguntas. Suponho que talvez seja porque depois da fase da conquista, de curtir o que é novo, venha aquela sensação de "jogo ganho" e aí já sabe o que acontece com quem entra em campo com salto alto. Será tão difícil manter um namoro sempre como novo?

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Capítulo 85

Houve um momento da minha vida, não muito distante, que eu adorava Olimpíadas. Não perdia um esporte, anotava os resultados, assitia a reprises dos jogos (de todas as modalidades), via comentários, tudo, tudo. Bom, mas um belo dia, eu cresci, descobri que o sistema mal e viver é difícil e que as Olimpíadas são um pé no saco. Que coisa mais chata, de quatro em quatro anos aparece um monte de atletas que sabe-se lá Deus onde estavam entre um evento e outro, e mostram todo o "orgulho" de ser brasileiro. Aí, toda aquela cansativa discussão, de que aqui só o futebol tem vez, que esportes que não têm investimento mesmo assim conseguem chegar lá, imagina se tivessem patrocínio? E ainda, o Brasil está pronto para sediar uma Olimpíada? Que coisa mais chata!! Ah, pra fechar com chave de ouro (hãn, olha o trocadilho) ao final de cada competição que um atleta brasileiro fica no meio do caminho e quando muito conquista uma medalha de bronze, somos obrigados a ouvir que é de bronze, mas vale como se fosse um ouro. Ei, não pra mim. Ouro é ouro. Bronze é bronze.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Capítulo 84

Coisas bizarras no metrô:

1º - Mulheres se maquiando - Campeão da lista. É péssimo e é o que mais vejo, muito comum durante as manhãs. Fico pensando, como elas conseguem? De pé, todo mundo esbarrando em você e a iluminação do metrô não é das melhores. Um dia alguém vai se maquiar no metrô e vai sair parecendo o Bozo.
2º Tirar sobrancelha, passar esmalte - Praticamente continuação do ítem anterior. Também me faz questionar como elas conseguem tal proeza com o trem em movimento. Detalhe que tirar sobrancelha com platéia é bem desagradável, pelo menos pra quem assiste.
3º Seres que surgem do nada com saquinhos de doces que são jogados no seu colo - Após o ato de reconhecimento do objeto estranho que subitamente torna-se um objeto de desejo, vem todo o discurso "eu poderia estar roubando, mas estou aqui pedindo e blablablá...."
4º Casais se amassando no metrô - Não, eles não se beijam, não se abraçam, eles parecem querer desafiar a teoria que dois corpos não ocupam o mesmo espaço no universo. Eu acredito e preciso ainda desenvolver a teoria de que deve haver algo de afrodisíaco no metrô. É péssimo de ver , em especial quando se está sozinho.
5° Recados do metrô - Não estou falando do "aguarde o trem atrás da faixa amarela", não, os avisos evoluíram (ou não), adoraria saber quem escreve esses textos: "seja educado, se não for embarcar não fique na porta" (e eu fico aonde? eu sempre sou levada pela multidão, mesmo não querendo, eu entro), "ao entrar no trem, vá para o corredor, não fique na região das portas" (se entrar no trem, né), "no metrô não é permitido carregar grandes volumes" (geováaaaa, absurdo!!!), "paramos para aguardar a movimentação do trem a frente" (tipo, tá rolando uma rave no trem da frente).

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Capítulo 83

A melhor do dia no jornal:

Do Rafa pra mim:

- Ju, como fala redação em inglês?
- Redação de texto?
- Não, de jornal.
- Humm.. redação... redação... (pensando alto)
Leandro do meu lado, no telefone, no típico momento "peguei o bonde andando":
- Eu sei, eu sei, composition!!
- Não Lê, é redação de jornal.
- Ah, então é newspaper´s composition.

domingo, 3 de agosto de 2008

Capítulo 82

Sabe aquelas pessoas que tem N problemas e que acham que podem resolvê-los dando uma voltinha no shopping e gastando tudo (ou quase nada) do que têm? Pois bem, me tornei uma delas. Como? Não faço a mínima idéia. Que eu me lembre, tudo começou no último Natal, quando num pensamento muito generoso acreditei que por ter tido um ano muito turbulento eu poderia me presentar com quatro vestidos de uma só vez. E me presenteie. Um deles ainda aguarda uma ocasião especial e outro só foi usado uma única vez. Teve outro dia que inventei qualquer motivo pra comprar um sapato. No entanto, no último mês, (a culpa é toda do meu aniversário) achei que eu eu pudesse me dar de presente tudo. Tudo mesmo. Abrir o guarda-roupa e ver várias roupas ainda com a etiqueta é uma sensação.... muito boa. Ah? Nem eu me reconheço mais. Em outros tempos, eu acharia isso uma futilidade só, pra que tanto, não é mesmo? Olha, sinceramente, não sei. Mas boa parte da minha carência (opss!!!) tem sido suprida com váaaarios débitos. O triste é que só hoje me dei conta disso. Entrei numa loja só pra comprar um presente pro meu pai. Nada muito caro, nem muito barato, a procura de um presente ok pro meu papis. Por uma (in)felicidade entrei na loja justamente na seção feminina. E de repente, não mais que de repente aquela sensação "eu preciso levar alguma coisa pra mim". Um vestido que nem preço tinha mas que ficou muito bom e me lembrou que preciso de uma bota, um casaquinho e um tomara-que-caia depois cheguei na seção masculina. Como tinha pouquíssimo tempo, peguei uma blusa de frio e lá vamos nós para o caixa.

- Deu R$ XXXX - fui informada por uma caixa sorridente.

Uau, eu sou boa nisso, merda vou ter de deixar alguma coisa. Humm... o presente do meu pai lógico que não, o casaquinho preto também não, porque é preto, combina com tudo... hummm

- Moça, o vestido é quanto? - Ahhhhhhh, mas o vestido ficou ótimo, de verdade, e é de inverno, eu naõ tenho nenhum vestido de inverno, eu posso usá-lo um dia quando eu for pra Europa, hoje depois de um mês choveu, esfriou, é um sinal devo levá-lo também.

- .... e noventa centavos.

Droga, estava num momento tão enamorada do vestido que nem ouvi, ah dane-se vou levar.

- Tira o tomara-que-caia.
- Ele tá R$ 9.99.
- Ah, ótimo, já aliviou um pouco.

Descoberto o problema, juro que irei me policiar agora. Quer dizer, depois de comprar a bota que combina com o vestido.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Capítulo 81

Uma pesquisa da empresa de cosméticos Schwarzkopf & Henkel revelou que nós morenas ganhamos mais dinheiro profissionalmente e somos mais bem sucedidas na vida amorosa do que as loiras. Coitada das loiras, se tá ruim pra nós, imaginem pra elas...